sentemo-nos sob aquela árvore
deixa-me enroscar nos teus braços,
enfiar o meu nariz no teu pescoço e fechar os olhos
inebriar-me no teu cheiro e não pensar
deslizar pelo ritmo da tua respiração
deixa-me simplesmente estar,
sentir o ar dançando à nossa volta
o tempo a desenrolar-se assim, preguiçoso, à nossa frente
sabendo que vamos ter mais dias assim
que virão outras noites assim…
nos braços um do outro…
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